Claudião

Advogado que mora em Pirituba City - São Paulo - SP

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Encontro no Parque. Festa de amigos. Meu aniversário

Nunca demorei tanto para postar no blog qualquer acontecimento de corrida. Mas desta vez eu travei. Emoção demais também nos trava. Os últimos dias se passaram de forma totalmente diferente. Fiquei meio aéreo, literalmente abobalhado. Por vezes, peguei-me pensando se tudo não passou de um lindo sonho.

Sobre o encontro/festa do último domingo eu escreveria um livro. Então, o que pinçar? A solução eu encontrei no Blog da Dona D. Hoje grande amiga e Baleias, Equipe da qual sou parceiro de coração, coração este que tem lugar de sobra para ser Chefe de Torcida desta maravilhosa equipe Ex-sedentário e mais uns treinos legitimamente 100 Juízo.

Tudo começou com o necessário agendamento de data para encontro dos membros da Equipe Ex-sendentário que participará, com oito integrantes, da Maratona de Revezamento Pâo de Açucar, no próximo dia 19.

Eu já estava muito feliz de juntar tantos amigos especiais para a prova de revezamento, mas ainda não estava suficientemente bom. Consultando as bases (amada esposa) e contando com o apoio da minha mãe, que antecipou a viagem dela em 10 dias, especialmente para o evento, resolvemos então que seria também uma comemoração do meu aniversário, com direito a bolo integral de milho da Tia Toninha (minha mãe) que tanto amo.

Tudo aconteceu de forma ainda mais perfeita do que havia imaginado. E olha que o Claudião viaja quando se empolga.

No encontro só tinha amigos. E fica aqui o meu agradecimento a Dona D. que nunca tinha me visto mais gordo e, na maior confiança, foi de espírito e coração abertos, levando com ela sua linda família. Dona D (que não é Dundes), você já mora aqui no meu coração.

Como estou falando do meu dia, todos vibraram comigo uma alegria de pai. Aliás, nossa alegria de pais, não é mesmo Alecão, porque neste dia Henrique e Mauricio andaram de bicicleta sem as rodinhas.

Chegamos (Mari, Henrique e Dona Lola) no Parque as 09:00 horas, no mesmo horário também chegaram Alecão (e família), Samuca e Thiago, com a Paula. Todos eles se dirigiram para o quiosque e eu fiquei na expectativa da chegada dos demais. Não demorou chegou a Monica Otero, minha mãe, irmã e sobrinha. Em seguida o Baleias e Enio Yuhara, a Familia inteira da Ana Shibata e nosso mais novo membro da equipe Ex-sedentário, Seu Pedro Rios com sua esposa Sueli.

E nada da Dona D. Pensei que ela não fosse. Pensei até que ela não viesse mais. Começou então a sessão de fotos.


Obrigado Monica, você é um anjo. Um dia ainda farei parte de sua equipe de apoio na Badwater.


O Enio eu posso considerar um presente do Miguel Delgado, porque é amigo, é parceiro, é sensacional.


Aqui estou entre o meu mentor, incansável incentivador que nunca desiste de mim: Thiago Zamithi e o Alecão, que dispensa comentário: é parte de mim, a parte quieta e reservada, mas é.


Estou entre Seu Pedro, nosso mais novo membro da Equipe Ex-sedentario que correrá também a Maratona de Revezamento (com sua esposa) e minha linda e atlética mãezinha. Seu Pedro é a simpatia em pessoa. E é o meu orgulho da equipe. Ver tanta gente se divertindo junto e fazendo atividade física não tem preço. Você é o nosso tesouro Seu Pedro.


Quando eu achei que não chegaria mais ninguém, eis que me chega o Grande Fábio Namiuti com a Janete. Grande parceiro e Amigo Fábio Namiuti, o laço que já era forte, estreito fica ainda melhor. Valeu amigão.

As fotografias não tiveram um sequencia lógica, porque o Claudião emocionado fica sem qualquer resquício de logicidade em seus atos. Eu estava era surtado de felicidade. Por esse grave defeitto as fotografias da minha grande parceira Ana Shibata e sua maravilhosa família estará entremeada nas demais. Simplesmente imperdoável. Diga-se, para registrar, que a Ana Shibata foi fundamental para o sucesso do encontro. Ela que escolheu o lugar apropriado, deu dicas de melhor bebida para acompanhar os bolos etc. Prova viva de que esse foi apenas o primeiro de muitos encontros de corredores. Não é mesmo Ana?

É. A Donda D. não veio mesmo, eu pensei. Seguindo o festejo e meu estado de pleno regogizo, partimos para um bacana passeio pelo Parque Villa-Lobos. Ana Shibata e o Samuel ficaram frustrados por não ter tido corrida. Mas nas nuvens (onde eu estava me sentindo naquele momento) eu não consigo correr, então desencanei totalmente.


O casal logo ao lado da Monica é o Ygor e Ana Amélia (norinho e filha da Ana Shibata). O Ygor com seu visual todo estiloso é uma simpatia. Atencioso com todos e disposto a ajudar no que for preciso. Valeu amigo. Ana Amélia reforçou para mim a promessa de subir todo o mês a Pedra Grande, sempre reduzindo o tempo. Sejam bem-vindos à equipe Ex-sedentário. Arrazaremos na Maratona de Revezamento.

O Parque é público e estava bem cheio, mas literalmente monopolizamos uma trilha suspensa de madeira, por onde se observa a espécimes de árvores que existem lá. E pensar que até pouco tempo o Villa-Lobos era conhecido como o Parque sem árvores.


Se eu estava feliz?
Deusolivre piá!
Feliz demais da conta!
Barbaridade!
Literalmente feliz como gordo de camisa (Baleias) nova.


O Samuca é um grande amigo. Que algum tempo atrás fazia parte daquelas histórias de velho chato (porque no tempo que eu era novo e disposto eu pedalava com o Samuel lá na Estrada Velha de Santos). Taí, vida nova, resgatando bons momentos com amigos verdadeiros. Hoje o Samuel é um membro da Equipe Ex-sedentário e parceiro de muitas novas corridas. Isso é a realização de um sonho.

E o passeio prosseguia. Sempre com uma interação entre os amigos que era um regalo para os meus olhos. Ver amigos do peito se tornando amigos entre eles é algo que chega a doer no peito. É felicidade demais.


Um dia eu hei de correr ao menos na rabeira desses meus heróis: Fabio Namiuti e Thiago Zamith


Olhem só do que estou falando. Ana Shibata e Monica Otero, amigas de longa data. E dá para não se emocionar com isso?

De volta ao QG (Quiosque Gordo) onde aconteceria finalmente a comilança, eu já completamente zureta de emoção, chega uma moça e com a mão no meu ombro vai logo dizendo: – Claudio, eu sou a Dona D! Não acreditei! Sim, ela estava ali, conosco. Perdeu o passeio, mas estava ali, na minha festa de amigos. Que prazer! Que figura! Acontecia ali, naquele exato momento, o encontro Baleias de São Paulo.

A surpresa foi que a Dona D chegou chegando, tomando o lugar dela de melhor amiga dos meus amigos e do Gordo que relata este encontro. Eu endoidei de vez nessa hora.

Mas essa não foi a única supresa do dia. Deus havia me reservado ainda mais. Encontrei, por acaso, no parque o Gilberto. Meu primeiro parceiro de corridas. Em 2003, fizemos a Maratona de Revezamento Pão de Açucar em dupla. Foram os primeiros 21 km de ambos. Emoção pura. Ele apareceu no quiosque e me disse que tinha engordado. Foi quando percebi que precisaremos de três meses reclusos para colocar toda a conversa em dia. Trocamos telefone e promessas de novas corridas. Detalhe: não nos encontrávamos desde aquele feito. E uma fotografia para registrar, lógico.

Não faltava mais nada. Quer dizer, faltava sim. Eu já estava com uma fome e uma sede Baleias. E seguiu a Valsa.


Esperem! Por favor, reparem nesta fotografia acima. Olhem esse sorriso da Dona D e do marido dela. Este é o melhor presente que poderiam ter me dado nesse dia. Não tem mais jeito. Eu os amo desde sempre agora. A Dona D (acho que é Dundes sim).


Minha amada irmã Ana e minha sobrinha Laura.


Meu amor cuidando de tudo. Amo você demais Mari.


Familia Shibata. Todos corredores. Só faltou a Silvinha.


Nesta foto, estavamos transmitindo em tempo real energia positiva para a Maratona das Praias da Elis. E não foi que ela ganhou troféu. Segunda colocada na categoria. Parabéns Elis. Nova e definitiva amiga.

Foi um encontro maravilhoso, as fotografias transmitem essa alegria que foi esse encontro. O primeiro de muitos outros que estão por vir. Nos próximos haverá mais corredores, com certeza. E dá-lhe celebração da amizade.

Dois membros efetivos da equipe Ex-sedentário não puderam ir: o Fábio Japa e o Luciano. Mas são guerreios, são amigos e farão parte da grande festa que será nossa corrida no próximo dia 19.

Caminho Parque

Treinando o psicológico (mas com apoio dos amigos)

Inspirado pela prova que o Paulo Motta ia fazer no mesmo final de semana (III Ultramaratona Rio 24 horas) resolvi executar um treino em microcircuito, para trabalhar o pisicológico.

Fiquei a semana inteira planejando o treino. A idéia era buscar forças para continuar rodando com o pensamento nos atletas que ficariam 24 horas rodando numa pista de atletismo. Mas só isso não seria o suficiente. Não para mim. Avisei alguns amigos que faria um treinamento de comemoração ao aniversário de 1 ano cuidando da apinéia do sono através da corrida.

A princípio o Fábio Japa também faria o treino dele de 1 hora na última parte do meu treino. Inclusive deixei com ele duas garrafas de gatorades para que ele as levasse geladas. Além dele também havia escalado o Edi para correr comigo a primeira 1/2 hora de treino.

O treino.

No sábado, então, as 04:45 horas, levantei. Liguei para o Edi, arrumei minha mochila com tudo que precisava e saí. Nem tinha chegado no portão o celular toca: era o Fábio Japa dizendo que não ia mais, porque acabara de receber, naquele instante, notícia de falecimento de um tio. Ele até saiu ao portão para entregar-me os isotônicos. Dei um abraço no amigo e segui na caminhada para encontrar o Edi. Mas não o encontrei. Incrível mas nos desecontramos. Fui até a casa dele e já tinha saído e não o vi pelo caminho.

Parti então para o Parque São Domingos. Caminhada de 50 minutos com a mochila pesada. Cheguei a ficar irritado por não conseguir chegar no horário que havia planejado (06:00 horas, quando abre o Parque). Mas respirei fundo e repeti para mim mesmo que aquilo eram apenas percalços para testar minha perseverança.

Dentro do campinho havia um local onde eu pude armar um altarzinho, digamos assim, no banco de concreto, coberto, arrumei lado a lado uma toalhinha, o livro do Dean Karnazes e as garrafas com minha hidratação.

Às 06:30 eu iniciei o treino, O plano era mudar o sentido a cada 15 voltas. Já na volta de número 30 eu senti um grande desgaste, ali, sozinho. Já estava cansado do percurso e faltavam ainda muitas voltas.

Fiquei puxando tudo que foi mantra e rezas para persistir. Com 1 hora de treino apareceu o Lau, grande amigo, com uma garrafa térmica (pequena) com café quentinho. Foi emocionante. Dei um grande berro de felicidade. Tomei dois grandes goles de café sem parar o trote e segui revigorado. O Lau deixou o café comigo desejou-me forças e prometeu voltar as 09:00 horas. Durante algum tempo as voltas se seguiram muito bem. Eu estava forte e ainda muito convicto.

Com duas horas, ou pouco mais, de treino apareceu o Malcon, grande amigo e incentivador, que sempre faz questão de dizer que se sente feliz por me ver cuidando da Saúde. Ele deu um voltinha trotando comigo e não arredou o pé até o fim do treino. Depois apareceu mais um amigo o Marcos Lara. Eu já estava emocionado aquela altura.

Nesse estágio do treino os amigos molhavam a tolhinha com água gelada para que pudesse colocar na cabeça. O que dava uma grande alívio para a respiração, dada a baixa umidade do ar.

Para engrossar o coro apareceu o Lau novamente e as últimas dez voltas havia gritos e aplausos dos meus amigos.

Com 03Horas06Minutos eu encerrei o treino. Foram 102 voltas de 230 metros cada. Total de 23km. Para quem me conhece sabe que eu fiquei feliz, satisfeito. Literalmente eu berrei de agradecimento aos meus amigos.

Eu estava muito feliz por ter tido aquele apoio. Realmente, que tem amigos consegue tudo. Sozinho eu teria sucumbido com 45 voltas. O calor de uma amizade, aquele café com sabor de carinho, os incentivos, os sorrisos. Tudo isso nos faz persistir. Só não pode se emocionar demais. Duas vezes eu quase parei e não foi por cansaço. Emoção, se for demais, também nos faz parar.


Com essa cara na segunda volta?!


Isto não é trabalho ruim, viu gente.


O que é um pontinho branco no canto do campo?


Malcon e Marcos Lara. Ficaram por 1 hora lá na beira do campo.


Quando encerrei o treino


Marcos Lara, Lau e Malcon. Vocês foram demais. Não tenho como agradecer.


O Malcon não gostou da bermuda, inclusive meu deu uma de presente a noite, segundo ele: uma de homem.


Grande Marcos Lara – Grande amigo.


Local do treino.

Grande dia, grande treino. Valeu pela experiência. Lembrei-me muito da Mayumi, que faz treino deste tipo sem apoio algum. Parabéns guerreira.

Querido Diário

Ufa!

Corri. Desta vez não paguei o mico da semana passada. Agora são 23:19 horas. Corri os 4km que havia prometido correr. Correr de terno custa caro e só disse que ia fazê-lo em último caso. E, por sorte, não precisei disto. Devo confessar que não estava lá muito animado, não. Ia em razão da promessa. Mas me animei quando vi a bermuda ultra-fashion-nasa-plus-master que a Mari-Meu amor me deu. Daí então eu saí todo faceiro. Como todo gordo quando ganha roupa nova.

Mas emagrecer que é bom, nada.

Já frustrante constatar que em 14 dias de dieta, a única coisa que perdi foram duas semanas. Não diminui nenhum quilo. Sint-me bem, e vou procurar me conformar. Cheguei de volta do treino as 22:40. O telefone toca e é o Edi, meu amigo, dizendo para ir até o Bar dele que era aniversário da Dona Maria. Advinhem. Comi um pedaço de bolo de aniversário daqueles bem melecados. E ainda venho no blog prometer que vou voltar a ver apenas dois dígitos na balança. É ver para crer. Mas EU CORRI!!!!

Teimosia

Eu sou Dundes e Gordo (Eu sei, Alecão, Dundes gordo é redundância) e teimoso. Então lá vai:

Hoje eu corro 4km nem que seja de terno ou a última coisa que eu faça nessa minha gorda (e feliz) vida!

Lição de ultra

Estou relendo o livro do Dean Kernazes (50…), mas a lição da madrugada que me rendeu um treino profícuo e gostoso eu tirei do último post do meu ultra-amigão Alex: o Garoto Taleqx. Lá naquele hot-site que meu roubou o primo, o Alecão descreveu que depois de vinte minutos de trote lento e contínuo e sentiu aquele gostinho único que a atividade física nos oferece e se amaldiçoou por não se permitir a isso mais vezes.

No último mês tenho patinado muito nos treinos piritubanos procurando às pressas um condicionamento perdido. Se eu tivesse curtido mais e procurado menos, ele (o condicionamento) teria vindo ao meu encontro rapidinho. Ao me lembrar da nova lição do Alex, às 04:50 horas, quando soltei o timer (1h). Deixei o trote me levar. Foi ótimo, porque me aqueci no tempo certo e o frio que fazia não atrapalhou em nada. O trote foi cravado e gostoso. Quando o timer zerou nem exausto eu estava (eu dormi o suficiente). Até vi um ponto muito positivo em ter me matriculado numa academia de musculação, porque eu passei por lá e fiquei das 06:06 às 06:20 horas. Nesse tempo eu me alonguei e fiz exercícios abdominais (o que jamais teria feito em casa).

Bom dia de trabalho a todos.

Se o sinal ficar vermelho, NÃO PARE

Não se esqueçam de acompanhar a saga do nosso Garoto Taleqx. O cara está mandando bronca. Ninguém segura o meu primo agora gente.

Cá estou eu mais uma vez feliz. Jurando pela milésima vez que desta seguirei sem escorregar no quiabo. Sem ter recaídas ou engordativas em tempos de preparação física. Mais uma vez eu prometo.

A minha autoconfiança seguia capenga, mas neste fim de semana ela veio para fazer do peito sua morada. Desta vez pra sempre!

Sábado eu acordei às 04:50 horas, tendo certeza de que minha ida a USP só significaria rever o Thiago e Paulo. Só não doia a panturilha, porque a coxas (em todos os seus lados) e a bunda, pelo amor de Deus. Doia demais, fui mancando para o carro. Que surpresa boa constatar que dor de musculação não interfere na corrida. Pelo contrário, enquanto corria nem me lembrava das tais dores. Pena que elas voltaram tão logo o corpo voltou à temperatura ambiente (e fria!).

Fiz um treino muito bom para o meu psicológico. Foram 02h15min de atividades. Trote contínuo (não andei nadinha de nada) e um total de 18km. Viva, viva tudo, viva o Claudio barrigudo!!!!!!

Eu estava com saudades do Thiago e do Paulo e para aproveitar um pouco da companhia e ouvir as conversas sempre muito inspiradoras segui acompanhando-os por 7km. Quase morri. Eles estavam num sprint de 06:40 por minuto, e essa pegada o Claudião não aguenta (mas mudo isto). Quando resolvi deixá-los ir em frente eu temi ter de caminhar por causa da arte. Mas não. Encaixe-me num trote lentíssimo e segui feliz.

Fui vendo a nova USP. Nova comparada ao mês de abril, cujos horarios que treinei só se via atletas experientes. Neste sábado. não. Tinha tanto gordinho que cheguei me sentir todo todo na minha camiseta super vermelha (a corrida de Natal). Achei inclusive que estava abafando por combinar com os dizeres da bermudinha (também em vermelho, sobre o preto). Estava era assustando os outros corredores, sito sim. Sigam lendo.

Um Senhor me passou fazendo vento gelado por três oportunidades, durante o treino. Na seguna delas com um cumprimento e, na terceira, emparelhou-me comigo. A manobra brusca exigiu toda tecnologia ABS dos tênis dele (quase rodopiou na pista). Eu já estava na última reta da raia olímpica quando ele já foi logo dizendo de maneira muito entusismada que estava impressionado com o meu desempenho, que havia visto que eu seguia na mesma batida há duas horas. Não se contendo ele disse de forma pausada e bem alta: “Estou impressionado porque você é MUUUUIIIIITTOOOOOO GRAAANNNNDEEEEE!!!!” Ele disse assim mesmo. Sr. Alberto: muito educado.

Na hora até pensei se não teria sido o vermelhidão que me fez parecer mais gordo (desculpa de quem não se enxerga). Seguimos proseando pelos 600 metros finais do meu treino e quando informei-o de que eu já havia pesado 129 quilos e não conseguia abaixar dos 105 quilos atuais ele meio que se estressou, enfatizando eu TINHA DE CONSEGUIR SIM!

Então tá. vamo, vamo, vamo… tentando.

Fiquei esperando o Thiago e o Paulo, porque eu tinha de dizer para eles o quanto eu estava feliz com o treino e que não havia caminhado nem um tantinho. Aproveitei para dizer a Tomiko (que fazia um pit stop)para guardar bem aquela fotografia dos primos gordos da Serra, porque aquilo logo logo era passado. Falei das boas novas do Alecão. A quem ele me pediu para dizer que era para aproveitar bem a fase de de Garoto Taleqs.

Domingo eu pulei da cama as 04:50 horas. Foram 01H59Min de caminhada com a companhada e muita conversa com o Edi (treina e corre muito sem querer saber de prova nenhuma). Era para ter sido maior o treino, mas encontramos o filho dele bem em frente de uma padaria. Então sucumbimos a um pão quentinho e café com leite. Depois daquilo só mesmo um banho quentinho. Acho que usarei vermelho nos longos, para me lembrar de não parar nunca de correr.

Garoto TAEQ – Alecão brilhando na Maratona do Pão de Açucar – Sucesso do blog Ex-sedentário

A noticia é velha. Mas foi dada pelo discreto e comedido Alecão.

Auto lá com essa discrição toda. Os amigos e o mundo todo precisam saber: graças ao seu estrondoso sucesso o Alecão foi encontrado no blog e procurado reservadamente para fazer parte de um time especial da Taeq.

Conforme está escrito no hot-site da Taeq: Você também vai conhecer o dia a dia de uma equipe que Taeq reuniu e está ajudando a prepará-los para participar dessa maratona. (negritei o que interessa)

“chique no úrtimo”, como se fala em Presidente Prudente, o criador da nossa comunidade/equipe está fazendo parte de um time que está sendo preparado para a Maratona de Revezamento. E essa preparação está sendo registrada passo a passo no site da Taeq.

Já tem dois posts do Alecão, que estão me deixando com um ciúmes danado, mas sei que a fama não subira a cabeça, não do Alecão. O cara é íntegro. Do tipo mesmo que não se deixa levar pelo sucesso momentâneo. Eu fiquei tão feliz, mas tão feliz com esta oportunidade dele, que consegui até voltar a fazer dieta. Mais do que nunca (o Faustão já emagraceu mais do que eu) eu vou treinar firme e incentivar o meu melhor amigo a realizar o sonho da São Silvestre. Vamos lá Alecão! Vamo, vamo, vamo…

Acompanhem no site e aqui no blog a saga do Alecão, que deixará a equipe Ex-sedentario na Maratona de Revezamento por um motivo nobre e uma oportunidade legal.

E viva o blog Ex-sedentario!!! E viva o Alecão.

Taeq… Isto me lembrou a última corrida Pão de Açucar Kids. Quem correu foi o Henrique e eu que voltei pra casa dois quilos mais gordo de tanto comer os lanchinhos oferecidos a lá vontê aos acompanhantes dos atletas mirins. Guarde um lanchinho para mim, falou Primão?

O Alecão agora é garoto

Vamo, vamo, vamo…

Não conseugui realizar o meu desafio do dia de ontem. Peço escusas (ih, expressãozinho feia) pelas expectativas que criei nos amigos. Não deu. Poderia discorrer aqui uma séria de justificativas. Mas faz parte de um exercício, a partir de agora não me lamentar mais pelo leite derramado. Vamos ver até onde eu consigo ir sem lamentar, muito, gente. Sem lamentar muito.

Então, conforme a nova palavra japonesa que aprendi com a Professora de Japonês mais legal e mais Kitigai que conheço (e como foi legal conhecê-la) Mayumi: vamukivamu, que li escrito no blog da Dona D.

Vamukivamu que estou trabalhando duro e passando fome para retomar a forma física que eu estava dois meses atrás. Hoje consegui trotar meia hora antes de chegar propriamente na academia de musculação (um mês demora, gente?).

Um grande abraço a todos.

Hoje eu corro 4km nem que seja de terno ou a última coisa que eu faça nessa minha gorda (e feliz) vida.