vamo, vamo, vamo…
Posts tagged desabafo
Vodú é pra Jacú
Aug 21st
Quem estiver me alfinetando, por favor pare.
Há 2 semanas, ao sentar em uma cadeira de plástico na praça de alimentação, a cadeira se deformou, fui para o chão, com bandeja de comida e junto foi uma vergonha enorme.
Segunda passada, cai na escada de entrada de onde trabalho. Com direito a vídeo cassetada da câmera de segurança. (Depois vou publicar aqui).
Quarta, foi a máxima. Dentro do busão, ao abaixar para pegar uma moeda, estava com o pé direito ligeiramente encurvado quando houve um solavanco (talvez uma lombada) e fui arremessado para cima pousando sobre o pé torto. Rodearam passarinhos sobre minha cabeça.
A dor maior nem é no pé, mas sim na alma. Pois estava mancando e nem conseguia descer escada…
“Você foi ao médico?” – Não…
Mas a dor está diminuindo e já consigo subir e descer escada e andar normalmente sem mancar.
Sara logo!
Ela sorri para mim
Aug 15th
No dia 30 de julho, eu e Claudio fizemos uma aposta um com o outro de não tomar cerveja até o dia da maratona do Pão de Açucar… Era uma forma de incentivar e apimentar os esforços para a superação. Ai eu disse que parar de tomar cerveja nem seria um esforço grande porque já estava pensando em parar mesmo.
Ai que ele resolveu aumentar a aposta. “Então vamos incluir refrigerante”. E eu aceitei.
Na mesma sexta feira, já teve festinha dos aniversariantes do mês na empresa e CHEIO de refrigerante.
No sábado, minha mulher comprou um garrafa de 2 litros de coca-zero.
Na segunda feira, o pessoal do trabalho pediu uma coca de 2 litros no almoço…
Que perseguição…
E eu pensando que a cerveja iria fazer falta. Nem penso em cerveja, apenas na maldita garrafa de coca. E quando vejo a garrafa, pode ter certeza, ela está sorrindo para mim e diz. “Me bebe, me bebe, me bebe”.
Ninguém merece
Jun 30th

Estou gripado a 2 dias, peguei de minha esposa (impossível não pegar)… Essa época do ano é sempre assim. Duro é que o corpo fica mole, corisa, dores, insônia e desanima até ir a pé para ponto de ônibus. Mas o duro mesmo é esperar para voltar a rotina de treinos. PASSA LOGO!
Idéia para acabar com a seca
Jun 22nd
Tive uma idéia para acabar com a seca nas regiões semi-áridas. Basta eu ir para lá e planejar fazer um treino.
Corrida Infantil da Corpore
Apr 12th
Olívia, Henrique, Dante e Maurício participaram da corrida infantil da Corpore, foi a primeira corrida de cada um. Clique na foto e veja todas as fotos que eu tirei. A Olívia e o Maurício (meus filhos), não se cabiam de tanta alegria (2 medalhas no mesmo dia). E querem mais… Tenho vídeos também que irei postar em breve.
Sono perfeito, pra sempre!!!!!!
Mar 31st
Para quem não recebe meus e-mails particulares. Desde a criação deste blog eu usava a assinatura de e-mail com a frase “Em busca do sono perfeito” logo acima do link para o blog.
Em dezembro eu mudei a assinatura para “Sono perfeito, pra sempre!”
É exatamente isso que eu quero para a minha vida. Ter o sono perfeito, que graças a este blog eu estou tendo desde dezembro, para sempre. É isto que eu quero. É isto que eu mereço. E é isto que eu almejo conseguir com a ajuda de vocês, deste blog, que se tornou vital para mim.
Eu digo isso porque estou num momento crucial da minha vida. Minha meta inicial era voltar a dormir como qualquer pessoa normal. Eu consegui. Mais do que isso, consegui emagrecer 30 quilos.
É a terceira vez que eu emagreço 30 quilos. E em cada uma das recaídas que eu tive, eu engordei cada vez mais. E piorei cada vez mais minha saúde. A primeira vez foi em 2002, estava eu com 107 e mantive-me com 77 quilos por quase um ano. A primeira recaída fez com que eu chegasse nos 116 quilos. Trinta a menos e eu estava correndo com 86 quilos. A segunda recaída como já disse por aqui, fez-me chegar nos incríveis 129 quilos e uma apinéia mortal que fez até ter uma amnésia de 8 horas consecutivas.
Hoje eu estou dormindo bem e pesando outros 30 quilos menos. Também faz sete meses que eu estou conseguindo correr. Sete meses de corrida. Este número me causa tremores internos, porque quando recaí em 2003 eu tinha sete meses de corrida. Em 2007, idem.
Eu não quero ter uma nova recaída só porque atingi sete meses de corrida. Eu quero continuar, eu quero mudar a minha história de vida. Eu quero correr mais sete meses, depois mais sete anos e fazer isto por toda a minha vida.
Agora é a hora da minha verdade. Agora é a hora de trilhar um caminho novo. Um caminho árduo e cruel. Já sinto o meu organismo lutando para reconquistar o peso. Já sinto, às vezes, aquela angústia que desemboca em compulsão alimentar. Eu quero fazer dos erros, acertos e dentro desta meta. Está a minha promessa de que nunca mais usarei a corrida para me autoflagelar após uma compulsão. Eu quero correr com prazer, não para aliviar qualquer culpa. Eu terei minhas compulsões. O que eu quero com a ajuda de Deus é me perdoar quando isto acontecer e sair para correr para glorificar este perdão e curtir cada passada.
O treino de sábado me deixou muito feliz. Fugiu ao planejado mas me deu prazer. Não fiquei frustrado porque não corri o longo para o qual eu vinha me preparando física e emocionalmente a semana toda. Muito pelo contrário. O planejamento pode ter ido pelo ralo. Mas a corrida não. Ela aconteceu de forma divina e me proporcionou satisfação e euforia. É isto que eu quero para a minha vida. Prazer e alegria com a corrida. O dia em que eu corro bem, fico tão feliz que consigo me comportar bem à mesa. As compulsões alimentares fazem parte da minha vida. Eu terei de ser feliz mesmo com elas. Toda vez que tentei vencê-las fui vencido. Não brigarei com elas. Um dia de cada vez com ou sem compulsão quero vir aqui e dizer que corri. Dizer que fui feliz correndo. E dizer isso muitas e muitas vezes, por muito tempo. Eu estou com medo. Mas também estou confiante de seguir enfrentando tudo isto. Eu só consegui esta terceira guinada na minha vida porque sou um otimista incorrigível que ama a vida. Mas que quer uma nova vida, que começa a partir de agora. Mantendo o peso, mantendo a motivação, sendo feliz e perseverante e daqui dez anos poder dizer que venci, de verdade. Agora eu não venci nada. Subi um degrau e há centenas de milhares na minha frente. Um por vez. Um após o outro eu subirei.
Só? Só!
Mar 11th
Eu: Dois quilômetros?
Eu mesmo: Dois quilômetros!
Eu: Só?
Eu mesmo: Só!
Eu: E foi treino isso?
Eu mesmo: Sim. Até suei em bica.
Eu: Você sua em bica só de amarrar os tênis. Teria sido melhor me deixar dormir, se liga.
Eu mesmo: Semana que vem começam as aulas da pós na PUC.
Eu: E daí?
Eu mesmo: Despedida das férias. Quis correr e estou me sentindo feliz por ter me proporcionado isso: acarinhei-me.
Eu: Viadagem isso. Muito melhor ter ficado mais na cama.
Eu mesmo: Não me encha o saco!
Sentimento do agora
Dec 28th
Tenho eventos, treinos e muitas sensações passadas para relatar. Mas quero falar do que estou sentindo agora.
Eu iria treinar hoje, mas sequer consegui colocar o relógio para despertar, acordei assustado às 04:20 horas (um bom horário para treinar), mas o fiz de mal jeito e cheio de dores, NO SOFÁ: aquele velho companheiro do qual não estava sentindo nenhuma falta.
Decidi não treinar. Não tem sentido castigar o corpo por conta de farras e excessos.
Por um lado foi bom me lembrar mais uma vez de que por mais que eu tenha evoluído, um deslize apenas e fico refém do sofá.
Decisão tomada, dormi mais duas horas, na cama.
Vindo para o escritório, fiquei preocupado em como reagir frente as farras alimentares do Natal (que durou quatro dias, diga-se bem). Mas decidi não ficar preocupado e pensar em algo bom. Foi aí que me lembrei de que a banana que tinha comido ao acordar me fizera bem ao paladar, e que uma maça cairia muito bem, como sequência.
Então saí do Metro Trianom e desci duas quadras da Pamplona para colher as maças de minha maior predileção: no Pão de Açúcar. Para arrematar, na volta uma passadinha no MC Donald´s para pegar um balde de café.
Satisfeito com a escolha, café numa mão e sacola de maças lindas e saborosas na outra, pude então, mais tranquilo, deixar-me contagiar pela atmosfera da São Silvestre que já toma conta da Avenida Paulista. Fui tomado por uma sensação muito boa boa. Uma confiança, repleta de pensamentos bons que fazem inundar também o corpo, que, no momento certo, terá o movimento que minha cabeça acordou pedindo. No tempo certo eu o acarinharei, como sempre pregado neste nosso espaçozinho.
Trabalharei até quarta e vou me deixar impregnar de São Silvestre. E, no mesmo horário em que ela estiver acontecendo, correrei se possível, na praia, a mesma distância, tentando visualizar através do meu suor, a felicidade do Thiago Zamiht, na prova.
Para me lembrar e persistir
Nov 12th
Tenho de colar estas notícias da folha, para não me esquecer que ainda estou nos primeiros passos para um sono bom. Livre de mazelas como as descritas. Se eu estivesse como no primeiro semestre certamente teria vergonha de veicular isso. Mas agora deve servir como um alerta de que há um caminho ainda muito longo para eu percorrer. Eu estava no fundo do poço. Comemorei aqui, com você, ter tirado os pés do lamaçal. Mas é chegada a hora de me dar conta de que estou apenas segurando na ponta da corda presa ao sarilo. Cabe só a mim, persistir, e girá-lo uma vez por dia, todos os dias, até que eu finalmente saia do poço para a plenitude da vida.
Primeiro ato de resignação: Tenho de dizer, mesmo com essas notícias. Só fiquei uma hora e meia na cama. Inconcebível. Antes de entrar no escritório tomei um café expresso amargo e um energético (um cada mão, alternando as goladas) revendo a cena, agora, é deprimente. Se já dei o primeiro passo, tenho de partir para o segundo, depois o terceiro…
Também treinei duas vezes a noite, fugindo do que eu havia programado. Voltar ao plano A.
Não posso perder o foco.
EU CONSEGUIREI!
Feriadão sem treinão
Nov 3rd
Sábado eu não treinei. Mas não lamentei, porque foi um dia em que fui pró-ativo. As brincadeiras com o filhão na praia, teriam sido bem outras caso eu não estivesse labutando em direção ao ex-sedentarismo.
Domingo: Caminhada ritmada por 120 minutos (das 08:00 as 10:00) na ciclovia de Praia Grande, na companhia do meu anfitrião. Muito bom.
Mas bem que eu poderia ter terminado o domingo sem ter ingerido tanto alcool e comido tanto churrasco. Abusei realmente. Missão pós esbórnia: DELETÁ-LA da mente e bola pra frente.
Segunda-feira. Acordei tarde e sentindo o peso de toda aquela carne da noite anterior. As 17:00 saí como quem iria correr a São Silvestre. Que nada. A quantidade abusrda de café que tinha tomado desde o almoço (para não dormir enquanto estudava para a pós) fez com que eu sentisse uma queimação danada no estômago e a boca seca demais. Também estava encanado por não estar usando bermuda térmica (viciei). O combinado era que eu corrreria num circuito (Raimundo-Marginal- Toronto-City-Anastácio-Mutinga-Raimundo) de sete quilometros. Só caminhei. 01:20 de caminhada contando duas paradas para molhar a boca.
Não treinei hoje de madrugada. Disso me arrependo, porque na quarta-feira o bom senso já me proibiu, pelo menos até dezembro (folga da pós). Esta foi a veradeira mancada da semana. Não fazer o treino da terça (eleito por mim mesmo como obrigatório).
Impus para mim que terça e quinta são de treinos obrigatórios, para os quais levantarei 04:30 mesmo que eu não precise (neste caso posso aproveitar para caprichar na hidratação e aquecimento). Sexta me impus atividade. Já que não tenho um cross country ainda, vale uma caminhada ou treino introspectivo como o da última sexta (quem dera eu tivesse um toda semana).
Fica registrado o ponto negativo pelo não treino no dia de treino obrigatório.